Como obter altíssima sensibilidade e especificidade em seus diagnósticos?

 

A identificação de patógenos em amostras biológicas oriundas de animais com suspeita de alguma infecção baseada em amplificação de ácidos nucleicos tornou-se comum em ambientes clínicos veterinários. A identificação rápida permite que o paciente seja colocado em terapia específica, evitando que tratamentos sem adequada especificidade sejam utilizados.

Os métodos baseados em ácidos nucleicos detectam sequências de DNA ou RNA específicas do patógeno, são altamente específicos e sensíveis e podem ser usados para qualquer agente patogênico (exceto Prions que são apenas proteínas e não apresentam DNA ou RNA).

Como cada teste é específico para uma única espécie ou gênero do patógeno, o clínico deve conhecer as possibilidades de diagnóstico e solicitar testes em conformidade.

Por isso o papel do veterinário nesse processo de determinar a suspeita é fundamental. Apesar de existirem técnicas capazes de detectar a existência de vários patógenos em uma amostra, independente de suspeita, isso está disponível apenas em pesquisa e tem elevado custo. A adequada suspeita clínica, juntamente com material biológico colhido adequadamente e no período onde a possibilidade de presença do agente é maior, associados com técnicas de altíssima sensibilidade e especificidade analíticas resultam também em elevada sensibilidade e especificidade diagnóstica. Hoje a melhor técnica laboratorial que encontra essa característica é a PCR em tempo real ou qPCR (PCR quantitativa)

Isso facilita muito o clínico veterinário na hora de interpretar os resultados.

Então, para sucesso no diagnóstico é necessário:

  • Suspeita clínica adequada
  • Material biológico colhido adequadamente e no período onde há maior chance da presença do patógeno
  • Técnicas de altíssimas sensibilidade e especificidade analíticas (como a qPCR) *

 

*- Procure sempre um laboratório confiável, com experiência e controle de qualidade.

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